sábado, 20 de novembro de 2010

Saudade da pele com pele, da língua contornando o corpo, dos dedos me (re)desenhando, dos sussurros, do cabelo despenteado, das roupas no chão, dos não-segredos, da sintonia perfeita que enchia o quarto até quase transbordar por entre os vãos. Saudade do calor, do escuro visível, das mãos, dos pés encolhidos, do lençol bagunçado, dos corpos fundidos.

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